Dependendo da situação,as duas atitudes são ótimas.
Quando ficamos no dilema "empeixados" podemos recorrer a um eficaz recurso budista: "tetralema".
Entramos em cada uma das duas situações. Percebemos como nos sentimos alí.
Depois damos um passo atrás e percebemos a possibilidade de sermos as duas situações, realmente fazem parte . Somos as duas. Uma e a outra, e não uma ou a outra. Essa é uma terceira posição.
Em seguida avançamos para uma quarta posição à frente daquelas três.
Nessa posição as outras situações não existem, ficaram para trás. Somos muito mais que aquilo e aqui se apresentam novas possibilidades.
Por exemplo:
dilema: dinheiro e trabalho
1. tem gente que trabalha muito e não tem nada
2. tem gente que não trabalha e tem muito
3. tem gente que não trabalha e não tem nada
4. tem gente que trabalha muito e tem muito, e pensa que tem muito porque trabalha muito...
ledo engano, pois existem as outras possibilidades.
O dilema dinheiro e trabalho através do tetralema apresenta outras alternativas para nossas crenças acerca de onde vem o dinheiro, e o que significa trabalho.
Boa reflexão para Lua Nova de Peixes com Marte retrógrado em Virgem...
Quarta feira de azuis, não de cinzas...
Então, quer dizer,em qualquer situação,e não, dependendo da situação,o interessante seria entrar nas 4 posições e permitir todas as possibilidades que vão surgindo?
Quando há um dilema,sim. Se não há dilema não há problema ...
Quando há um dilema,sim. Se não há dilema não há problema ...
José Maria, adorei estes ensinamentos. Durante uns anos fiz parte dos rituais da Lua cheia. Deixei uns tempos de entrar na internet e por isso perdi o contato com você. Quero muito frequentar seus seminários e rituais e tudo que puder assimilar. Desde já agradeço se puder me incluir em sua lista de contatos, Joana